Cristo Para Todas as Nações

Mensagem para o dia 30 de outubro

O perdão que vem de Deus


“Porque este meu filho estava morto e viveu de novo; estava perdido e foi achado” (Lc 15.24 - NTLH).

Poucas coisas causam tanto alívio quanto o perdão. Imaginem o pai e filho que ficaram por anos sem se falar, remoendo a culpa e a tristeza no seu coração. De repente, se perdoam e retomam sua velha amizade. Que alegria devem sentir! E aquele grande amigo com quem alguém deu uma mancada. Quão bom é perdoar e voltar a serem bons amigos.
A mesma alegria que sentimos ao sermos perdoados por algum amigo, também é a alegria do perdão que recebemos de Deus. É poder voltar a estar de novo próximo dele. Ele nos chama e nos diz que nossos pecados estão perdoados, que nossas falhas, que não são poucas, estão apagadas. Que alívio isso traz ao coração! O perdão de Deus é incondicional. Deus aceita o que é inaceitável. Ele aceita aqueles que foram rejeitados.
Entretanto, parece que é difícil compreender este fato. Nós queremos sempre ter alguma participação no perdão que recebemos de Deus. Nós queremos contribuir com alguma coisa para o perdão dos nossos pecados. A maravilhosa graça de Deus, da qual tanto Lutero falou, parece-nos absurda demais para ser verdade.
Lutero sabia que Deus escolheu as coisas loucas do mundo para nos salvar. E a maior loucura de Deus foi ter enviado seu único Filho para nos redimir. E isso é de graça, é pura graça. Não é condicionado a nada que fazemos ou deixamos de fazer. É puro ato do amor infinito de Deus por mim e por você. Que alegria podemos sentir! É como se Deus dissesse para nós: “Porque este meu filho estava morto e viveu de novo; estava perdido e foi achado”.
Oremos: Senhor Deus e Pai, obrigado por teres me recebido de volta, por teres me aceito com teu filho. Amém.



Pastor Frederico Pieper


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